quinta-feira, 27 de agosto de 2009

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Aprender, aprendendo

Resultado das atividades dos alunos e alunas EJA

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

FORMAÇÃO DO FEUDALISMO

Introdução

A crise do mundo romano e as invasões bárbaras marcaram o fim do Império Romano do Ocidente e o advento da Idade Média. Das invasões resultou uma fusão de elementos romanos e germânicos, que condicionou o futuro da Europa Ocidental nos séculos seguintes, dando origem ao feudalismo.
O processo de formação do feudalismo passou, pois pela crise e ruralização do Império Romano nos séculos IV e V, pela constituição dos reinos romano-germânicos nos séculos VI e VII, pela organização do Império Carolíngeo nos séculos VII e IX, para se firmar em fins do século IX e princípios do século X.

1. OS REINOS ROMANO-GERMÂNICOS
Ao longo do século V, os reis bárbaros, senhores de sua força, apoderaram-se das províncias ocupadas, dividindo o Império Romano do Ocidente em diversos reinos: o reino dos vândalos na África do norte, o reino dos suevos em Portugal, o reino visigodo na Espanha, o reino dos francos no norte da França, o reino dos borgúndios no centro da França. Em 476, Odoacro, rei dos érulos, derrotou Rômulo Augustulo, último imperador do Ocidente e ocupou Roma. Logo em seguida, foi vencido pelos ostrogodos de Teodorico, que fundou um reino na Itália e parte dos Bálcãs, em 493.
Os bárbaros eram camponeses e soldados e como já foi dito, faltava-lhes a noção de Estado. Conservando suas armas, seus hábitos, sua língua, sua religião politeista ou ariana e seus reis, adapataram-se ao ruralizado mundo romano, respeitando-lhe as instituições e a cultura eu admiravam e reconheciam ser superiores. Introduziram, porém, alguns de seus costumes, como a noção de fidelidade pessoal entre o rei(chefe do bando armado) e seu séquito de guerreiros.
Nos reinos bárbaros que se formaram, a noção de bem público não existia, pois entre eles o reino era considerado uma propriedade particular do rei, que recompensava seus fiéis seguidores com terras e produtos dos saques.
Os primeiros estados bárbaros não tiveram vida muito longa, com a exceção dos francos, que subjugando os borgúndios, iniciaram uma expansão que daria origem ao Império de Carlos Magno. Na África e na Itália, os bizantinos (do Império Romano do Oriente) dominaram os vândalos e os ostrogodos. Na Espanha, os visigodos foram vencidos pelos muçulmanos (vindos do norte da África) que aí ficaram de 711 até o século XV. Os anglo-saxões conquistaram a Inglaterra e os lombardos desceram sobre a Itália, dando uma nova configuraçãoao mapa da Europa.
Os nobres, francos e os lombardos, ao se estabelecerem na Gália e na Itália, apropriavam-se de 1/3 ou 2/3 das propriedades pertencentes aos romanos, baseados no princípio da “hospitalidade”. Lotes de terra eram repartidos entre os membros pobres da tribo, como colonos ou pequenos proprietários. Em pouco tempo, estava consolidada uma aristocracia romano-germânica, com um campesinato dependente também da mesma origem.
As invasãos germânicas contribuiram também para alterar a situação dos escravos que ainda existiam. A expansão dos ideais cristãos, a mortalidade, as fugas e o colonato levaram ao senhores a considerar mais conveniente entregar aos escravos remanescentes um lote de terra para cultivo, com a obrigação do pagamento de uma renda “in natura” de gêneros variados, sendo-lhes permitido constituir família.
O estabelecimento dos reinos bárbaros levou a Igreja Católica Romana a procurar uma base de apoio que garantisse sua sobrevivência e facilitasse a missão de converter os germanos ao verdadeiro cristianismo. Isso foi conseguido a partir de uma aliança com o Reino Franco, facilitada pela conversão do rei Clóvis, responsável pela unificação de todas as tribos francas e fundador da dinastia merovíngia, no íncio do século VI.
A conversão dos francos ao Cristianismo tornou o Igreja protegida pelo Estado. Seu patrimônio foi ampliado com novas doações de terras concedidas pelos reis merovíngios, gozando de privilégios como a “imunidade”, isto é, a insenção de impostos e dejustiça do rei. A Gália tornou-se centro de irradiação do Cristianismo e os francos muito se utilizaram dos bispos e do alto clero católico para a organização e a administração de seu reino.
Além de religião, a lingua latina constitui-se também em um grande fator de aproximação entre romanos e bárbaros, por ser a língua administrativa, na qual as leis eram redigidas.
Progressivamente, verificava-se um processo de fusão de elementos tanto romanos quanto germânicos, dando origem a uma nova Europa. O mundo romano forneceu a tradição dos latifúndios, do colonato e da vinculação dos camponeses à terra, enquanto os germanos contribuiram com a noção de fidelidade pessoal ea inexistência da noção de coisa pública, sendo reino considerado patrimônio pessoal do rei, que dele podia dispor como quisesse.
2. O DOMÍNIO E O COLONATO: O SISTEMA SENHORIAL
Na integração da herança romano-germânica, formou-se uma nova sociedade em que se fundiram a grande e a pequena propriedade, o camponês livre e o trabalhador escravo, emergindo o domínio e o colonato. O domínio ou senhorio tornou-se o modelo da propriedade rural do mundo romano-germânico, principalmente na Gália, sofrendo algumas variações de região para região. Pertencia aos grandes senhores – potentiores – de origem romana ou bárbara e à Igreja. Com área variável (entre 200 a 2000 hectares), constitui-se de parte interligadas: a reserva senhorial, os lotes (manso) destinados aos camponeses e os bosques, prados, baldios e pastagens, de uso comum.
A reserva senhorial, de uso exclusivo do senhor, cercada de celeiros, estábulos, fornos, oficinas artesanais, chiqueiros, moinho, capela, pomar e horta. Possuía também terras aráveis para o plantio de vinhas e cereais, além de prados e bosques, onde era praticada a caça.
Os mansos ou tenências eram lotes de 12 a 15 hectares, situados no interior do domínio, arrendados aos escravos e camponeses, livres(colonos), devendo seu cultivo suprir as necessidades de cada família. As casas dos camponeses agrupavam-se num determinado local do domínio, formando uma aldeia.
O colono tinha de prestar determinado número de jornadas de trabalho gratuitas(corvéias) para o senhor, a quem cabia a proteção e a garantia de terra para o cultivo. As corvéias consistiam em lavrar, plantar, colher e transportar gêneros alimentícios nas terras da reserva senhorial e executar serviços gerais como consertos e manutenção da propriedade. O camponês era também obrigado a entregar ovos, galinhas, ovelhas ou leitões como uma renda “in natura” devida ao senhor, além de moedas de prata pelo uso do pasto e de benfeitorias senhoriais como o moinho.
O trabalhador escravo estava sujeito às mesmas imposições que o livre; entretanto, podia ser doado ou vendido com o domínio e devia fornecer trabalho garantido ao senhor a qualquer momento em que fosse solicitado.
O colonato, que atingia praticamente todos os camponeses, significou ao mesmo tempo um aviltamento da condição do homem livre agora submetido ao senhor e uma melhoria na situação do escravo que recebia um lote de terra para cultivar. A partir do século IX, ambos tiveram sua condição nivelada, passando a ser chamados de servos da terra.
O proprietário do domínio (senhor leigo ou eclesiástico), através das corvéias (trabalho gratuito), apoderava-se de grande parte do trabalho do camponês. Essa forma de exploração tornou-se a base do sistema senhorial.

Alguns momentos da Capacitação em Educação Digital

Tecnologia e Educação


O USO DAS TECNOLOGIAS E O PAPEL DO EDUCADOR

E cada vez mais comum o uso da palavra tecnologia no nosso cotidiano e não apenas a palavra em si, mas os próprios instrumentos tecnológicos disponíveis na nossa sociedade, como o rádio, a TV, aparelho de CD e DVD, telefone fixo e móvel, computador e muitos outros. Tecnologias estas que fazem parte da evolução do conhecimento humano ao longo da história, portanto,
um conjunto de conhecimentos que permite nossa intervenção no mundo, compreendendo ferramentas físicas, instrumentos psíquicos ou simbólicos, sociais ou organizadores. Trata-se de um saber fazer, alimentado da experiência, da tradição, da reflexão e das contribuições das diferentes áreas do conhecimento. (BEHAR, 2008)

Dentre as várias tecnologias, o computador e a internet vêm causando uma imensa revolução na vida das pessoas, oferecendo os mais diversos tipos de serviços, tais como, a produção e editoração de textos, correio eletrônico, bate papo, pesquisas, jogos, construção de comunidades virtuais, compra e venda de produtos sem precisar sair de casa ou da sua cidade, etc. Portanto, é cada vez mais comum a presença de tais tecnologias na vida de uma sociedade.

No contexto escolar a exploração dos recursos tecnológicos deve ser entendida na ótica de que os mesmos servirão de mediação no processo de ensino e aprendizagem, por tanto o uso das tecnologias pode ajudar o professor, assim como outras ferramentas pedagógicas na sua prática educativa, pois as mesmas servem para nortear o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e não para ser a solução dos problemas de aprendizagem.

As tecnologias estão ai para criar novos desafios didáticos e não para serem utilizadas na ilustração do conteúdo do professor. Diante do contexto, cabe ao professor a tarefa de orientar, estimular a criatividade do aluno, ser companheiro de aprendizagem e além de tudo ser um pesquisador.

REFERÊNCIAS
BEHAR, Patricia Alejandra. Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC´s) na Educação. CINTED/UFRGS, 2008. (Texto apresentado na pós – graduação Tecnologias de Informação para Educadores – UNIVIMA, 2008)
MOURA, Mary Jones Ferreira; SOUSA, Maria Onice. Abordagem da história fiscal para o exercício da cidadania: O uso de blog como ferramenta didática. UNIVIMA/ CINTED/UFRGS, 2008. (Trabalho desenvolvido na disciplina Teorias de Aprendizagem e Cognição no Contexto das TIC’s, na especialização Tecnologias de Informação para Educadores – UNIVIMA, 2008).

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Curso Educação Digital

O curso de INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL, ofertado pelo NTE de Imperatriz, possibilita ao professor desenvolver melhor sua prática pedagógica. Através das orientações por parte das formadoras Alessandra Carvalho e Cida Marconcine e do material impresso temos acesso ao sistema LINUX EDUCACIONAL.


Sou Mary Jones, professora de História da rede pública estadual e estou muito contente na oportunidade em participar do curso, pois o mesmo oferece avanços na minha prática pedagógica.
Este blog é fruto das atividades desenvolvidas no curso e estará a disposição das várias consultas, espero visitas.